O Biólogo Especialista em Controle de Pragas Urbanas, Carlos Simas, foi convidado a participar, nesta quinta feira, dia 22/05 na TV litoral canal 11
Participe! muito obrigado e um forte abraço à você e família!
Biólogo Ambiental Carlos Simas
O Biólogo Especialista em Controle de Pragas Urbanas, Carlos Simas, foi convidado a participar, nesta quinta feira, dia 22/05 na TV litoral canal 11
Participe! muito obrigado e um forte abraço à você e família!
Biólogo Ambiental Carlos Simas
RIO DE JANEIRO (Agência Brasil), 20 de maio - Pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro vai promover uma ação conjunta com os municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Nova Iguaçu, Seropédica e Itaguaí voltada ao combate da dengue. Nesta terça (20) e quarta-feira (21), agentes de saúde realizam uma série de atividades em diferentes pontos da divisa do Rio com essas cidades.
Serão instalados nos municípios estandes educativos com microscópios que mostrarão a evolução do mosquito da dengue, além de materiais informativos sobre a doença. Haverá ainda ações operacionais em que os agentes de saúde vão vistoriar imóveis nessas cidades.
De acordo com o coordenador municipal de Controle de Vetores, Mauro Blanco, as atividades educativas e operacionais são fundamentais para o controle da doença. “De 80% a 90% dos focos estão dentro das residência. Então, é muito importante a participação das pessoas e é importante também o poder público estar procurando transmitir essas mensagens educativas. Além disso, também executamos ações operacionais, chamadas de visitas domiciliares, nas quais os profissionais entram de casa em casa, eliminam criadouros, mostram às pessoas como os criadouros podem ser eliminados e transmitem mensagens de prevenção.
O município do Rio já vem realizando há algum tempo mutirões comunitários contra o mosquito.
Fonte Site: Click 21
Nossa Opinião: Nunca é demais lemb

RIO DE JANEIRO (Agência Brasil), 20 de maio - Pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro vai promover uma ação conjunta com os municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Nova Iguaçu, Seropédica e Itaguaí voltada ao combate da dengue. Nesta terça (20) e quarta-feira (21), agentes de saúde realizam uma série de atividades em diferentes pontos da divisa do Rio com essas cidades.
Serão instalados nos municípios estandes educativos com microscópios que mostrarão a evolução do mosquito da dengue, além de materiais informativos sobre a doença. Haverá ainda ações operacionais em que os agentes de saúde vão vistoriar imóveis nessas cidades.
De acordo com o coordenador municipal de Controle de Vetores, Mauro Blanco, as atividades educativas e operacionais são fundamentais para o controle da doença. “De 80% a 90% dos focos estão dentro das residência. Então, é muito importante a participação das pessoas e é importante também o poder público estar procurando transmitir essas mensagens educativas. Além disso, também executamos ações operacionais, chamadas de visitas domiciliares, nas quais os profissionais entram de casa em casa, eliminam criadouros, mostram às pessoas como os criadouros podem ser eliminados e transmitem mensagens de prevenção.
O município do Rio já vem realizando há algum tempo mutirões comunitários contra o mosquito.
Fonte Site: Click 21
Nossa Opinião: Nunca é demais lembrar que sempre foi nosso lema, essas ações desenvolvidads só agora, pelos governos , sobretudo os Municipais, mas como o filósofo já dizia: "Antes tarde que nunca". São ações que podem promover um bloqueio intermunicipal e até quem sabe, interestadual, já que o controle do Aedes aegypti, não é responsabilidade de apenas uma esfera de governo e sim de todos! Tomara que por aqui na região dos lagos, consigamos fazer o mesmo, pelo menos aqui em Búzios, se têm articulado ações elogiáveis, como a que ocorreu no dia de hoje, 20/05, quando fui convidado(biólogo Carlos Simas) a participar de uma reunião com nosso diretor de Saúde Coletiva, Dr Sandro Caffaro, na Secretaria de serviços públicos, com Senhor secretário Gurgel e seu assistente Senhor Eduardo. Participaram ainda dessa reunião, nosso superintendente de Vigilância Sanitária Senhor Wilson Brasil e nosso chefe de operações em controle de vetores, Senhor Edem. A reunião objetiva uma articulação mais efetiva entre secretarias, visando a melhoria de qualidade de vida à polulação, sobretudo ao que tange a limpeza urbana, já que uma cidade limpa, é sinônimo de Saúde, isso só é possível por meio de articulação entre governo e sociedade. Parabéns à todos ! Quem ganha? toda Sociedade, pois "Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro."(Ditado judeu.")

Saiba mais
Um grupo de formigas que aparentemente chegou ao Texas (EUA) em um navio cargueiro se espalhou pelas casas e escritórios de Houston, comprometendo o funcionamento de computadores. Além de se alimentar de plantas e outros insetos, como joaninhas, essa espécie morde humanos e é atraída por equipamentos elétricos, por um motivo que os cientistas ainda desconhecem.
Essas formigas do gênero Paratrechina são chamadas de crazy rasberry – “crazy” (louca) por não andarem em filas e “rasberry” em homenagem a Tom Rasberry, um exterminador que travou uma batalha contra elas. Como têm esse gosto exótico para formigas, elas já fizeram alarmes de incêndio disparar, invadiram um medidor de gás doméstico e também bombas usadas no esgoto. Os insetos “loucos” já foram encontradas no centro Johnson Space, da Nasa, e perto do aeroporto Hobby, mas não causaram danos nesses locais.
“Elas são criaturas muito pequenas, do tamanho de pulgas, e estão em todos os lugares. Há milhares e milhares delas. Se você já viu uma corrida de carro, pode imaginar como elas são. Elas caminham rápido, rápido, rápido. São loucas”, afirmou Patsy Morphew, de Pearland, que constantemente varre as crazy rasberry do quintal e as remove de sua piscina.
Elas se espalharam por cinco regiões de Houston desde a primeira vez que foram vistas no Texas, em 2002. Os cientistas não sabem dizer de onde elas vieram, mas suas primas – as chamadas “formigas loucas” – são encontradas na região do Caribe. “Seria praticamente impossível erradicá-las, pois elas já estão muito espalhadas”, afirmou Roger Gold, entomologista (especialista em insetos) da Universidade Texas A&M.
Os exterminadores de insetos dizem que as “vítimas” – estejam elas em residências ou empresas ficam frustrados – ficam frustradas, pelo fato de as formigas serem resistentes a inseticidas. “A população cresceu de maneira tão intensa que produtos esses produtos simplesmente não fazem efeito”, afirmou Jason Meyers, estudante de doutorado dessa mesma universidade, que está escrevendo uma dissertação sobre essas formigas.
E quando se trata das crazy rasberry, não basta matar a rainha. Especialistas afirmam que cada colônia têm várias dessas líderes, que precisam ser eliminadas. Quando os exterminadores conseguem matá-las, as sobreviventes ainda tiram vantagem da situação, empilhando as formigas mortas e criando uma “ponte” para atravessarem superfícies com pesticida. O departamento de agricultura do Texas trabalha junto à Universidade Texas A&M para encontrar maneiras de deter esses insetos.
Nossa opinão: A formiga-louca (Paratrechina longicornis) é comum no Brasil, inclusive na região dos lagos, onde vivemos, possui pequenas colônias, com várias rainhas. Normalmente estas formigas fazem seus ninhos na área externa, principalmente em calçadas ou em telhados, pois a temperatura é alta e adequada para o desenvolvimento da cria. Os ninhos também podem ser encontrados no solo, sob objetos em material depositado no chão, tais como pedaços de madeira e também nas fendas entre calçadas e paredes. No Brasil é comum e apresenta difícil controle, por possuir várias rainhas de substituição, fraguimentação da colônia, quando de um controle mal projetado, além das condições sanitárias precárias, já que a espécie é onívora,(se alimenta de quase tudo, inclusive gotas de refrigeramtes que sobrem em embalabens), têm sido fonte de infecção hospitar por carrear vários microoganismos patogênicos(causadores de doenças)
Controle: Manter quintal e residência limpos, vedar frestas em paredes e azulejos e pisos, não deixar louças na pia, de um dia para o outro, manter lixo bem vedado e não permitir acúmulo, só coloca-lo para o serviço de recolhimento próximo ao horário de coleta, corrigir quaisquer vazamentos de água na residência. Como qualquer praga precisa para reprodução de: Água, Abrigo e Alimento, esses cuidados são suficientes para a desestabilização da colônia. No caso de infestação dentro de aparelhos eletro-eletrônicos a colônia precisará ser retirada manualmente. Só em último caso se deve contratar empresa para desinsetização e a mesma deve possuir registro na FEEMA-RJ, ou órgão legal da sua cidade. Forte abraço!
Fonte G1
Biólogo Ambiental Carlos Simas
Exames de sangue feitos em Manaus mostram que a dengue tipo 4, uma variante dessa doença viral que não era identificada no Brasil desde 1982, está de volta ao país. Embora a infecção por essa forma do vírus (o DENV-4, como o chamam os especialistas) não seja, por si só, muito agressiva, o retorno dela é, ainda sim, uma má notícia para a saúde pública brasileira. Isso porque as pessoas que já tiveram alguma das outras três formas da dengue não estão imunes contra o DENV-4 -- e a reinfecção com a doença aumenta a chance de que elas desenvolvam a forma hemorrágica da doença, muito mais letal.
A descoberta está descrita num artigo na edição de abril da revista científica "Emerging Infectious Diseases", assinado por uma equipe de pesquisadores do Amazonas. Segundo a primeira autora do estudo, Regina Maria Pinto de Figueiredo, da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, a identificação do DENV-4 em três pacientes que vivem e trabalham em Manaus não deixa margem para dúvidas.
"Essas primeiras amostras vieram de pessoas que não tinham viajado para fora do país. Mas, depois disso, achamos um paciente que tinha estado na Venezuela", conta a pesquisadora. A conexão com o país caribenho faz sentido quando se leva em conta o fato de que essa forma da dengue é endêmica -- ou seja, bastante comum -- tanto no território venezuelano quanto no colombiano. É a segunda vez que o DENV-4 é isolado no Brasil -- antes disso, tal variante do vírus havia sido encontrada no ano de 1982, em Roraima.
Para chegar à identificação, os pesquisadores analisaram o sangue de pacientes com sintomas que, inicialmente, lembravam os da malária. "Existe uma semelhança nos sintomas das duas doenças e, na fundação, costumamos usar isso para ajudar na triagem dos possíveis pacientes de dengue", explica pesquisadora.
A presença do DENV-4 -- em um dos pacientes, já convivendo com o DENV-3, ou tipo 3 do vírus -- foi confirmada por meio de anticorpos específicos dessa forma do parasita e também pela análise do material genético viral (que, diferentemente do nosso, se resume ao RNA, a molécula-irmã do DNA).
Por enquanto, há poucos indícios de que o DENV-4, sozinho, seja capaz de causar muito estrago. Na Colômbia, por exemplo, é mais comum que as pessoas com DENV-2 desenvolvam dengue hemorrágica. O problema, lembra Figueiredo, "é que a nossa população já foi infectada amplamente com os outros tipos do vírus". No caso da dengue, trata-se do pior dos mundos: se por um lado o sistema de defesa do organismo já possui uma "memória" da infecção pela doença, o efeito de um novo subtipo do vírus é exacerbar a resposta defensiva de forma que favorece justamente o aparecimento da dengue hemorrágica.
Quais as chances de o DENV-4 se espalhar para o resto do Brasil? Altas, diz acreditar a pesquisadora. "É muito comum o pessoal daqui [de Manaus] ir passar férias na Bahia e no Rio de Janeiro. E também há muitos turistas de outras regiões que visitam Manaus." Bastaria uma picada de mosquito para passar a infecção adiante. Um evento, aliás, que já pode ter acontecido -- embora o DENV-4 só tenha sido flagrado agora, não dá para garantir que ele não esteja circulando há mais tempo pelo Brasil.
Exames de sangue feitos em Manaus mostram que a dengue tipo 4, uma variante dessa doença viral que não era identificada no Brasil desde 1982, está de volta ao país. Embora a infecção por essa forma do vírus (o DENV-4, como o chamam os especialistas) não seja, por si só, muito agressiva, o retorno dela é, ainda sim, uma má notícia para a saúde pública brasileira. Isso porque as pessoas que já tiveram alguma das outras três formas da dengue não estão imunes contra o DENV-4 -- e a reinfecção com a doença aumenta a chance de que elas desenvolvam a forma hemorrágica da doença, muito mais letal.
A descoberta está descrita num artigo na edição de abril da revista científica "Emerging Infectious Diseases", assinado por uma equipe de pesquisadores do Amazonas. Segundo a primeira autora do estudo, Regina Maria Pinto de Figueiredo, da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, a identificação do DENV-4 em três pacientes que vivem e trabalham em Manaus não deixa margem para dúvidas.
"Essas primeiras amostras vieram de pessoas que não tinham viajado para fora do país. Mas, depois disso, achamos um paciente que tinha estado na Venezuela", conta a pesquisadora. A conexão com o país caribenho faz sentido quando se leva em conta o fato de que essa forma da dengue é endêmica -- ou seja, bastante comum -- tanto no território venezuelano quanto no colombiano. É a segunda vez que o DENV-4 é isolado no Brasil -- antes disso, tal variante do vírus havia sido encontrada no ano de 1982, em Roraima.
Para chegar à identificação, os pesquisadores analisaram o sangue de pacientes com sintomas que, inicialmente, lembravam os da malária. "Existe uma semelhança nos sintomas das duas doenças e, na fundação, costumamos usar isso para ajudar na triagem dos possíveis pacientes de dengue", explica pesquisadora.
A presença do DENV-4 -- em um dos pacientes, já convivendo com o DENV-3, ou tipo 3 do vírus -- foi confirmada por meio de anticorpos específicos dessa forma do parasita e também pela análise do material genético viral (que, diferentemente do nosso, se resume ao RNA, a molécula-irmã do DNA).
Por enquanto, há poucos indícios de que o DENV-4, sozinho, seja capaz de causar muito estrago. Na Colômbia, por exemplo, é mais comum que as pessoas com DENV-2 desenvolvam dengue hemorrágica. O problema, lembra Figueiredo, "é que a nossa população já foi infectada amplamente com os outros tipos do vírus". No caso da dengue, trata-se do pior dos mundos: se por um lado o sistema de defesa do organismo já possui uma "memória" da infecção pela doença, o efeito de um novo subtipo do vírus é exacerbar a resposta defensiva de forma que favorece justamente o aparecimento da dengue hemorrágica.
Quais as chances de o DENV-4 se espalhar para o resto do Brasil? Altas, diz acreditar a pesquisadora. "É muito comum o pessoal daqui [de Manaus] ir passar férias na Bahia e no Rio de Janeiro. E também há muitos turistas de outras regiões que visitam Manaus." Bastaria uma picada de mosquito para passar a infecção adiante. Um evento, aliás, que já pode ter acontecido -- embora o DENV-4 só tenha sido flagrado agora, não dá para garantir que ele não esteja circulando há mais tempo pelo Brasil.
Exames de sangue feitos em Manaus mostram que a dengue tipo 4,uma variante dessa doença viral que não era identificada no Brasil desde 1982, está de volta ao país. Embora a infecção por essa forma do vírus (o DENV-4, como o chamam os especialistas) não seja, por si só, muito agressiva, o retorno dela é, ainda sim, uma má notícia para a saúde pública brasileira. Isso porque as pessoas que já tiveram alguma das outras três formas da dengue não estão imunes contra o DENV-4 -- e a reinfecção com a doença aumenta a chance de que elas desenvolvam a forma hemorrágica da doença, muito mais letal.
A descoberta está descrita num artigo na edição de abril da revista científica "Emerging Infectious Diseases", assinado por uma equipe de pesquisadores do Amazonas. Segundo a primeira autora do estudo, Regina Maria Pinto de Figueiredo, da Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, a identificação do DENV-4 em três pacientes que vivem e trabalham em Manaus não deixa margem para dúvidas.
"Essas primeiras amostras vieram de pessoas que não tinham viajado para fora do país. Mas, depois disso, achamos um paciente que tinha estado na Venezuela", conta a pesquisadora. A conexão com o país caribenho faz sentido quando se leva em conta o fato de que essa forma da dengue é endêmica -- ou seja, bastante comum -- tanto no território venezuelano quanto no colombiano. É a segunda vez que o DENV-4 é isolado no Brasil -- antes disso, tal variante do vírus havia sido encontrada no ano de 1982, em Roraima.
Da malária à dengue
Para chegar à identificação, os pesquisadores analisaram o sangue de pacientes com sintomas que, inicialmente, lembravam os da malária. "Existe uma semelhança nos sintomas das duas doenças e, na fundação, costumamos usar isso para ajudar na triagem dos possíveis pacientes de dengue", explica pesquisadora.
A presença do DENV-4 -- em um dos pacientes, já convivendo com o DENV-3, ou tipo 3 do vírus -- foi confirmada por meio de anticorpos específicos dessa forma do parasita e também pela análise do material genético viral (que, diferentemente do nosso, se resume ao RNA, a molécula-irmã do DNA).
Por enquanto, há poucos indícios de que o DENV-4, sozinho, seja capaz de causar muito estrago. Na Colômbia, por exemplo, é mais comum que as pessoas com DENV-2 desenvolvam dengue hemorrágica. O problema, lembra Figueiredo, "é que a nossa população já foi infectada amplamente com os outros tipos do vírus". No caso da dengue, trata-se do pior dos mundos: se por um lado o sistema de defesa do organismo já possui uma "memória" da infecção pela doença, o efeito de um novo subtipo do vírus é exacerbar a resposta defensiva de forma que favorece justamente o aparecimento da dengue hemorrágica.
Quais as chances de o DENV-4 se espalhar para o resto do Brasil? Altas, diz acreditar a pesquisadora. "É muito comum o pessoal daqui [de Manaus] ir passar férias na Bahia e no Rio de Janeiro. E também há muitos turistas de outras regiões que visitam Manaus." Bastaria uma picada de mosquito para passar a infecção adiante. Um evento, aliás, que já pode ter acontecido -- embora o DENV-4 só tenha sido flagrado agora, não dá para garantir que ele não esteja circulando há mais tempo pelo Brasil.
Fonte: G1